Jacaré é morto a tiros por policiais após dilacerar braço de bebê e atacar tio em lago de GO

Uma notícia tem gerado bastante repercussão nas redes sociais nesta segunda-feira (3) e surgiu após a declaração feita pela Polícia Militar de Goiás que afirmou que foi preciso matar a tiros um jacaré que atacou um bebê de um ano e oito meses, na Lagoa Grande, em Porangatu, no norte do estado.

De acordo com a polícia, um tio do bebê também foi atacado e pediu ajuda quando buscava os pertences do sobrinho que ficaram no lago. Felizmente, uma viatura da PM passava por perto e desferiu tiros de arma de fogo contra o animal que não resistiu.

O animal foi sacrificado na noite da última quinta-feira (24). O médico Juliano Ferreira, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), disse ao portal G1 que o bebê foi atacado um dia antes e teve o antebraço amputado. A criança passeava com a babá.

O Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), em Goiânia, comunicou por meio de nota que o menino está consciente, respira espontaneamente e tem estado geral regular. A expectativa é de que a criança use prótese, futuramente, afirmaram pessoas próximas à família.

“Quando recolhia os objetos, o homem foi atacado pelo jacaré e, ao pedir socorro, foi atendido pela equipe do 3° Batalhão de Polícia Militar que realizava patrulhamento pelo local e realizou o abate do animal”, explica um trecho da ocorrência policial.

O delegado Luziano Severino de Carvalho, titular da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente (Demas), informou que a ocorrência deve ser investigada para averiguar a conduta dos agentes.

Em tese é crime, mas temos que analisar se foi por legítima defesa de terceiros. Tem que investigar se o animal tentou atacar, mas foi embora. É preciso ter muito cuidado, não podemos ir atirando e matando”, disse o delegado Carvalho.

O delegado Luziano disse que a investigação será iniciada quando receber a ocorrência. Caso a hipótese de legítima defesa seja afastada, os policiais podem responder por crime contra a fauna. A pena é de detenção de seis meses a um ano e multa.

Da redação do Acontece na Bahia

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Instrutor de surf é executado ao ser confundido com o tio; jovem buscou se esconder embaixo da cama mas foi encontrado e atingido

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta sexta-feira (7). Davi Silva Sabino, 22 anos e instrutor de surf, foi executado junto com o avô, Francisco Alexandre Filho, no dia 23 de abril em Varjota, Fortaleza. O jovem foi alvo de vários disparos de arma de fogo em meio a sua tentativa frustrada de se esconder embaixo da cama. Mas não é só isso…

De acordo com o promotor André Clark Nunes Cavalcante, titular da 165ª Promotoria de Justiça de Fortaleza, as cinco pessoas que já são consideradas réus pela Justiça, confundiram o instrutor de surf com o filho de Francisco e tio de Davi, que segundo o promotor pertenceria à organização criminosa conhecida como GDE. O promotor ainda informou que os réus seriam pertencentes à organização Comando Vermelho (CV).

Apresentamos a denúncia ao Poder Judiciário na última terça-feira (4) e a denúncia foi recebida ontem (nesta quinta-feira, 6). Os cinco acusados já são réus na ação penal”, explicou o promotor. O tio do instrutor de surf é acusado de um homicídio cometido semanas antes e deverá ser ouvido como testemunha no caso quando for localizado pela polícia.

Da redação do Acontece na Bahia

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