Justiça Federal decide pela absolvição do ex-presidente Lula em caso de suposta propina de R$ 6 mi por MP que teria beneficiado montadoras

Uma notícia tem circulado nas redes sociais nesta terça-feira (22). O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), seu ex-chefe de gabinete Gilberto Carvalho e outras cinco pessoas acusadas pelo Ministério Público Federal, foram beneficiados por uma decisão da Justiça Federal em Brasília que inocentou os acusados de favorecer montadoras por meio da Medida Provisória 471 de 2009.

Segundo a decisão do juiz Frederico Botelho de Barros Viana, as investigações não mostraram de forma concreta como os envolvidos teriam participado do suposto crime apontado pela acusação.

A acusação contra o petista foi oferecida pelo MPF em 2017, por ocasião da operação Zelotes. De acordo com o MPF, a empresa Marcondes e Mautoni Empreendimentos, que representava a Caoa (Hyundai) e MMC (Mitsubishi do Brasil), ofereceram R$ 6 mi ao ex-presidente Lula e Carvalho em troca da edição da MP 471 que prorrogou incentivos fiscais a montadoras instaladas em algumas regiões do país.

A Procuradoria resolveu pela absolvição do ex-presidente Lula no último mês de maio.”Embora existam elementos que demonstrem a atuação por parte da empresa de Mauro Marcondes, no que se refere à prorrogação de benefícios fiscais às empresas CAOA e MMC, não há evidências apropriadas e nem sequer minimamente aptas a demonstrar a existência de ajuste ilícito entre os réus para fins de repasse de valores em favor de Lula e Gilberto Carvalho”, finalizou o juiz.

Da redação do Acontece na Bahia

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Ministério Público afirma que corpo de Lorenza chegou ao IML com muito pouco sangue e caso intriga os investigadores

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta segunda-feira (17). O promotor André Luís Garcia de Pinho é denunciado pelo Ministério Público (MP) pelo homicídio da mulher dele, Lorenza Maria Silva de Pinho. Contra o promotor há também uma acusação do pai de Lorenza de que André afastava a mulher de amigos e parentes. A denúncia feita pelo MP contra o promotor que está preso em Minas Gerais, foi divulgada pelo Fantástico. Segundo a denúncia, o promotor conseguiu dopar e matar Lorenza. Entretanto o fato do corpo da Lorenza ter chegado ao IML praticamente sem sangue tem intrigado os agentes.

De acordo com as investigações, a morte da mulher foi premeditada pelo marido e houve a tentativa de cremar o corpo para desaparecer com as possíveis provas. Imagens de câmeras de segurança mostram o promotor saindo do prédio com sacolas de compras no dia 1º de abril. Entre as compras foi possível perceber duas garrafas de bebidas e este fato chamou a atenção dos agentes em razão do casal não ter o hábito de consumir bebidas alcoólicas, de acordo com informações de testemunhas.

Às 6h17 do dia seguinte, o promotor aparece no prédio falando ao telefone. Nesse momento ele liga para um hospital particular e solicita uma ambulância. O médico Tadeu Gonçalves Cardoso, que de acordo com as investigações conhecia Lorenza de outros atendimentos, chega ao apartamento, às 6h35. Após uma hora o médico e uma enfermeira saem do apartamento. A investigação diz que neste momento Lorenza já está morta. A causa da morte de Lorenza é apontada na declaração de óbito como  ‘pneumonite’, um engasgo, por alimento ou vômito. E ‘autointoxicação por exposição intencional a outras drogas’. Mas não é só isso…

A investigação da causa da morte de Lorenza foi dificultada em razão do corpo ter chegado ao IML com muito pouco sangue. Este fato tem intrigado o trabalho de investigadores uma vez que o corpo não apresentava cortes ou perfurações. A investigação também descartou algum tipo de manipulação durante o período de tempo em que o corpo esteve na funerária.

Da redação do Acontece na Bahia

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