Com problemas financeiros, Márcia Freire vende carro na pandemia e dispara: ‘Não deu para ficar rica como Ivete e Claudia’

Uma notícia chamou a atenção dos internautas nesta manhã de quinta-feira (13). Marcia Freire, que ficou famosa nos anos 90 com a banda  Cheiro de Amor, revelou aos fãs que passa por um momento difícil.

“Não faço shows há mais de um ano praticamente. Consegui até fazer um Réveillon na casa de um cardiologista para 50 pessoas, mas depois disso nunca mais me apresentei. Está muito difícil para a gente que lida com arte, para os músicos… Um deles, que trabalha comigo, se formou em gastronomia e está vendendo feijoadas por delivery”, afirmou.

“Eu estou vivendo das economias. Fiz uma live, mas na pandemia mesmo, não consegui dinheiro algum. Até meu carro tive que vender para poder usar o dinheiro. Com a pandemia, estou ficando mais em casa e não estava usando mesmo. Mas ainda bem que tinha um carro para vender. Se precisar vender a casa, vendo. A gente vai dando um jeito até voltar com os shows”, relatou.

A baiana, de 51 anos, afirmou que não teve retorno financeiro com o trabalho nas redes sociais. Seu EP “Só Quero Te Fazer Feliz”, que contou com a participação de Saulo Fernandes não alcançou o lucro desejado.

“Na minha época, não deu para ficar rica como Ivete e Claudia, que ganham muito dinheiro. Digo que a gente fez a cama para os cantores de hoje se deitarem. Tive muitos problemas financeiros”, contou.

“Aqui na Bahia tinha isso de acharem que porque tinham investido na banda, tinham que ganhar X e a gente não. Tive muitos problemas financeiros e tive que me posicionar. Depois, quando fiz sucesso solo com a música ‘Vermelho’, até ganhei um dinheiro, mas não consegui sustentar o sucesso e a queda veio muito grande financeiramente. Muita gente pede para baixar cachê. É complicado. Agora o desafio é maior de continuar cantando do que quando comecei”

“Não sinto que a gente seja valorizada. Era sempre uma batalha muito grande para estar no Carnaval e o trio que ofereciam era sempre meia boca. Daí o som não sai legal e dizem que a gente não canta bem. Não dá para fazer uma coisa sem qualidade. Mas nesses últimos quatro anos o ACM Neto ajudou muito para que a gente voltasse para o Carnaval”, afirmou Márcia sobre o carnaval.

Da redação Acontece na Bahia.

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