Após cirurgia plástica, professora de 35 anos é internada em estado grave em SC e família pede orações; ‘à espera de um milagre’

Nesses últimos dias notícias tristes referentes a procedimentos que envolvem estética têm se tornado cada vez mais comuns. Desta vez a vítima foi uma professora, de 35 anos, da rede pública de Balneário Camboriú, no Litoral Norte, que está internada em estado grave após passar por uma cirurgia plástica. O procedimento aconteceu em um hospital de Tijucas, na mesma região, e acende o alerta para toda a população.

De acordo com o companheiro de Roberta Lopes dos Passos, Leandro Akajhdfud, a professora passou por procedimentos de abdominoplastia, mamoplastia e lipoaspiração abdominal no dia 15 de dezembro, informou nessa quarta-feira (22) ao portal g1.

Roberta sofreu uma hemorragia e foi encaminhada, no dia seguinte, para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital do Coração em Balneário Camboriú, onde permanece internada até o momento.

“Ela hoje está com um problema no fígado, no rim e a pressão muito baixa. Ela está em coma induzido. Estamos à espera de um milagre”, lamentou o companheiro de Roberta, Leandro Akajhdfud.

Há a suspeita pela família de que após a cirurgia alguma coisa deu errado “e isso não foi visto a tempo”, afirmou Leandro.

“Ela passou a noite inteira sentido muita dor e ninguém chegou para ver isso. […] Quando minha sogra relatou ao cirurgião que a Roberta não estava bem, esse disse que não falaram pra ele”, explicou.

O companheiro de Roberta disse que contratou um advogado para investigar o caso com o objetivo de saber se aconteceu algum tipo de negligência, omissão ou falha médica, “A gente só quer Justiça”, afirmou.

O cirurgião apontado como responsável por ter realizado o procedimento de Roberta foi procurado, mas ainda não se manifestou sobre o assunto.

Os procedimentos aos quais Roberta se submeteu duraram cerca de seis horas e a mãe a acompanhou após o procedimento.
“Ela [Roberta] perguntava para a minha sogra se a cinta estava muito apertada porque ela estava sentido muita dor no abdômen. Mas o médico toda hora falava que aquilo era normal. Ela passou a noite toda assim”, contou o marido.

Entretanto, o quadro clínico de Roberta piorou no dia seguinte, durante o período da manhã.

“Minha sogra notou que ela estava tendo falência. E aí ela saiu berrando pelos corredores do hospital. Os médicos apareceram e levaram ela para o centro cirúrgico. Lá notaram a questão da hemorragia. Para realizar a transferência, por estar muito debilitada, ela teve que receber bolsas de sangue”, contou o marido.

De acordo com Leandro, houve informações desencontradas pela equipe médica que realizou a cirurgia durante o processo de transferência para outro hospital, uma vez que a unidade de saúde em que Roberta estava não tinha Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

“Quando ela estava na maca da ambulância a anestesista que estava junto com o cirurgião me falou de uma parada cardíaca. E que havia sido muito rápida. Mas depois, conversando com o médico no hospital, ele me disse que no prontuário dela constam oito minutos de parada. Lá tratavam um caso que estava apenas demandando cuidados, mas quando chegou aqui [no hospital de Balneário Camboriú] já me disseram que o estado dela era super grave, com risco de óbito. E nada disse foi dito pra gente”, afirmou.

Leandro disse que e esposa vinha planejando a cirurgia desde o começo de 2021.”Ela tinha os seios muito grandes e vinha atrapalhando há anos a coluna dela. A primeira ideia era só fazer a redução de mamas e colocar a prótese. Mas depois, por uma questão estética, ela resolveu fazer estes outros procedimentos”, explicou o marido.

A professora Roberta é mãe de dois meninos, um de três e outro de seis anos.”Eles [os meninos] pedem por ela todo o dia e toda a hora. Mas estamos acreditando que possa acontecer um milagre”, finalizou.

Da redação do Acontece na Bahia

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Após filho confessar que tirou a vida da namorada Giovanna Peters, pai acionou a PCDF

O jovem Leandro de Araújo Marques, de 22 anos, negou ter envolvimento no caso do desaparecimento da namorada Giovanna Laura Santos Peters, de 20 anos, mas diante de tantas evidências que apontavam para ele como autor do crime, não teve jeito e confessou ao pai que matou a jovem, dentro de casa, em Ceilândia.

Na chegada à 23ª Delegacia (Ceilândia Sul), onde os dois estiveram acompanhados de um advogado, Leandro prestou esclarecimentos aos investigadores. Os policiais perceberam que existiam informações desencontradas e aconselharam ao pai de Leandro que conversasse com ele em particular.


Leandro confessou o crime ao pai às 2h dessa sexta-feira (3/12). Logo em seguida, Paulo Cláudio Marques entrou em contato com a delegacia e entregou o filho, que se comprometeu a mostrar o local onde havia deixado o corpo da namorada.

O corpo da jovem estava em uma estrada de chão, próxima à antiga Academia da Polícia Civil, em Taguatinga, todo coberto de pedras. A jovem estava desaparecida desde segunda-feira (29/11), quando teria ido para a casa do namorado, em Ceilândia Sul. Informações apontam que Leandro degolou a namorada após um desentendimento entre eles.

A jovem teria saído de casa na tarde do domingo (28/11) informando que ia dormir na casa do namorado. No dia seguinte, segundo Leandro, a jovem pegou um transporte de aplicativo e foi embora. Leandro ainda informou que o veículo que a conduziu era um Ônix prata.

Giovanna desde este momento ficou incomunicável. Após registrar boletim de ocorrência, a mãe de Giovanna pediu ajuda para Leandro, pois achava que ele poderia ter informações que ajudasse a resolver o caso. O rapaz disse que não poderia ir à unidade policial em razão de estar trabalhando em uma chácara.

Os agentes foram até o local onde Leandro trabalhava e tomaram o seu depoimento. No depoimento, a polícia identificou pontos divergentes, uma vez que nenhum motorista por aplicativo teria sido acionado ao endereço, conforme ele havia informado anteriormente.

A polícia voltou até o local para localizar o celular de Giovanna e percebeu manchas de sangue em uma cadeira da sala, uma camiseta branca com manchas, aparentemente de sangue, em um cesto de roupas que estava no banheiro da casa.


Foi encontrado ainda no local um facão com manchas escuras. Diante destes indícios, a perícia foi acionada para o local. Durante a madrugada, os peritos confirmaram que tinha manchas de sangue na cadeira e no chão da sala.

Leandro indicou para a polícia o local onde o corpo de Giovanna estava. O rapaz foi preso e não ofereceu resistência. O jovem disse que havia rompido o relacionamento com Giovanna, e mais tarde reataram o namoro. Nesta época, ele ficou sabendo que Giovanna se relacionou com outras pessoas e esse foi o motivo da discussão.

Leandro disse que a namorada o xingou e o agrediu fisicamente, momento em que ele a segurou por trás e cortou o pescoço com uma faca. Após o crime, Leandro pediu o carro de um amigo emprestado e levou o corpo para uma região de mata e o escondeu. O acusado disse que tinha jogado fora o celular da vítima e a arma que usou para cometer o crime. O crime é investigado como feminicídio e, caso seja condenado, o autor pode pegar até 30 anos de prisão.

Da redação do Acontece na Bahia

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Jovem de 20 anos desaparecida no DF é encontrada sem vida em estrada de chão; namorado confessou o crime

A polícia localizou o corpo da jovem Giovanna Laura Santos Peters, de 20 anos, em uma estrada de chão, próximo à antiga Academia da Polícia Civil, em Taguatinga. Giovanna Peters foi para a casa do namorado, em Ceilândia Sul, na última segunda-feira (29/11), e desde então estava desaparecida.

O jovem Leandro de Araújo Marques, de 22 anos, foi preso após ter confessado que matou a namorada. Informações apontam que Leandro degolou Giovanna dentro de casa e escondeu o corpo com pedras. A jovem era funcionária de uma creche, no Areal.

Familiares confirmaram que Giovanna ficou incomunicável após ter ido para à casa do namorado. A mãe de Giovanna pediu ajuda de Leandro, após ter registrado a ocorrência, pois entendia que o rapaz poderia colaborar com informações importantes que pudessem ajudar a solucionar o caso. No entanto, Leandro disse que não poderia ir à delegacia em razão de estar trabalhando em uma chácara.


Os agentes de polícia estiveram no local onde Leandro trabalhava e colheram o depoimento dele. A princípio, o rapaz disse que viu Giovanna pela última vez na segunda-feira. Disse ainda que a jovem teria dormido em sua casa de domingo para segunda e que também pediu um transporte por aplicativo para voltar para casa, que ficava em Samambaia.

O jovem contou que no fim de semana passou a noite sozinho em companhia de Giovanna. Os policiais identificaram pontos divergentes no depoimento obtido de Leandro, por um motivo simples…, nenhum motorista por aplicativo havia sido acionado ao endereço, versão apresentada por ele.

A polícia voltou à casa onde Leandro mora para localizar o aparelho celular de Giovanna. Os agentes encontraram manchas de sangue em uma cadeira da sala, uma camiseta branca com manchas, aparentemente de sangue, em um cesto cheio de roupas que estava no banheiro da casa.


Foi localizado também um facão com manchas escuras. Estes indícios foram suficientes para que a PCDF acionasse a perícia. Já no local, de madrugada, os peritos confirmaram as manchas de sangue na cadeira da sala e no chão da sala.

A polícia conseguiu descobrir que Leandro teria circulado por Ceilândia, na noite do último domingo (28/11), fato que o suspeito havia omitido. Leandro confessou o crime para sua família, diante de tantas evidências.

O jovem foi preso e levou os agentes até o local onde escondeu o corpo da namorada. O corpo da jovem estava em avançado estado de decomposição em uma região de mata, em Taguatinga, próximo à antiga Academia de Polícia Civil.

O rapaz disse que havia rompido o relacionamento com Giovanna e que mais tarde retomaram o namoro. No entanto, teria recebido a informação de que ela havia se envolvido com outras pessoas. Disse também, que na noite de domingo (28/11), eles se relacionaram na casa do autor.

Após o ato, eles discutiram, e segundo o acusado, Giovanna o xingou e o agrediu fisicamente. De acordo com Leandro, nesse momento ele a segurou por trás e cortou o pescoço com uma faca. O rapaz ocultou o cadáver até a manhã do dia seguinte.

Leandro usou o carro de um amigo para levar o corpo da jovem até a região da mata. O corpo estava coberto por várias pedras grandes e em avançado estado de decomposição. O jovem foi questionado sobre o celular de Giovanna e a faca usada no crime e disse que havia jogado fora.

Da redação do Acontece na Bahia

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