Sargento da PM é morto a tiros em estacionamento de supermercado em Juazeiro

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta segunda-feira (2). O sargento da Polícia Militar Josivan Rodrigues da Fé foi assassinado a tiros na tarde desse domingo (1º), na cidade de Juazeiro, 507 km distante de Salvador. O policial que era lotado na 91ª CIPM, em Capim Grosso, BA, foi morto no estacionamento do supermercado Atacadão, em Juazeiro.

De acordo com informações preliminares, alguns homens chegaram até o local em um veículo e efetuaram disparos contra o agente de polícia que não teve chance de reagir a ação. O policial foi atingido na cabeça no estacionamento do supermercado, que fica localizado no bairro Itaberaba.

Ainda não há informações sobre o que teria motivado a morte do policial militar e a autoria ainda é desconhecida. O sargento não estava de serviço no momento em que foi executado. A Polícia Militar realizou rondas pela localidade com o objetivo de capturar os responsáveis por este crime.

Da redação do Acontece na Bahia

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Juazeiro: Polícia Federal investiga irregularidades na compra de máscaras e teste rápido para a Covid 19 na gestão da Saúde

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta terça-feira (13). A Polícia Federal (PF) cumpre oito mandados de busca e apreensão na cidade de Juazeiro, na Bahia, contra servidores públicos da antiga gestão da Saúde. A ação conjunta entre a PF e a Controladoria Geral da União aconteceu na manhã desta terça-feira (13) e a estimativa é que o superfaturamento nos contratos tenham gerado um prejuízo aos cofres públicos de pelo menos R$ 1 milhão.

A operação deflagrada que foi batizada de ‘‘ Operação Carga Viral’’, investiga irregularidades em contratos de dispensa de licitação que foram realizados em Juazeiro para a compra de itens necessários ao trabalho de combate a pandemia de Covid 19. As investigações apontam que alguns servidores estiveram em conlúio com empresários, fraudando contratos e superfaturando os preços de alguns itens necessários ao combate da pandemia como kits de teste rápido e máscaras de proteção facial.

A Operação Carga Viral contou com um efetivo de 32 policiais federais e 9 auditores da CGU e de acordo com a força-tarefa houve um prejuízo estimado em cerca de R$ 1 milhão. Os acusados poderão responder pelos crimes de fraude à licitação (art. 90 da Lei 8.666/93) e superfaturamento (art. 96, I da Lei 8.666/93), caso haja a confirmação das acusações apontadas pela PF.

 

Da redação do Acontece na Bahia

 

 

 

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