Brinquedo quebra e adolescentes são arremessadas em parque de diversões no ES; local foi vistoriado por precaução

Uma notícia tem circulado nas redes sociais nesta segunda-feira (19). Era pra ser uma noite divertida, mas se tornou em noite de insegurança quando duas adolescentes ficaram feridas após serem arremessadas para fora de um brinquedo no parque de diversões localizado no bairro Cohab, em Nova Venécia, Espírito Santo.

O incidente aconteceu na noite desse sábado (17), e segundo o Corpo de Bombeiros o pino de um brinquedo conhecido como ‘sombrinha’ se soltou e teria sido a causa do acidente. Com o brinquedo danificado, uma adolescente foi arremessada para fora e a outra adolescente caiu no assoalho e conseguiu sair andando do local.

A adolescente que foi arremessada para fora do brinquedo estava se queixando de dores no rosto e após ser imobilizada por uma proteção cervical foi encaminhada para o Hospital São Marcos, em Nova Venécia. A outra adolescente envolvida no acidente apresentava um corte na mão, escoriações pelo corpo, além de dores na coluna. O resgate das duas adolescentes foi feito pelo Serviço Móvel de Urgência (Samu), e após os primeiros procedimentos elas foram encaminhadas para o Hospital Estadual Roberto Silvares, em São Mateus, no Norte do estado.

De acordo com a prefeitura local, o brinquedo foi interditado preventivamente e o dono do parque deve apresentar novos documentos que atestem a regularidade do local. Foi realizada uma vistoria no parque nesta segunda-feira por equipe formada pelo Corpo de Bombeiros, Defesa Civil e um engenheiro credenciado. As condições de segurança contra incêndio e pânico estavam regulares de acordo com informações do Corpo de Bombeiros.

Da redação do Acontece na Bahia

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Morre no ES casal que consumiu solvente comprado na internet como óleo de semente de abóbora

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta quarta-feira (7). O inquérito que investigava a morte de um casal que veio a óbito após ingerir suposto óleo de semente de abóbora, foi concluído pela Polícia Civil do Espírito Santo. A conclusão foi divulgada nessa terça-feira (6) e confirmou a presença de solvente no composto. No início de 2020 essa mesma substância foi encontrada em garrafas da cerveja Belorizontina, da Backer, e levou a morte 10 pessoas.

O casal Willis Penna de Oliveira e Rosineide Dorneles Mendes Oliveira começou a se sentir mal em fevereiro deste ano e foram internados. Rosineide faleceu no dia 15 de fevereiro e Willis veio a óbito no dia 16 de março. A polícia foi acionada após o filho do casal suspeitar de intoxicação causada pelo óleo de abóbora. A substância foi comprada pela internet e prometia melhora da saúde. O filho do casal ainda disse que os pais passaram mal outras duas vezes desde o início do uso da substância e vieram a precisar de atendimento na terceira vez.

O delegado do 12º Distrito Policial da Serra, Rodrigo Rosa, disse que a partir desta pista se iniciou a investigação sobre a substância. A polícia informou que na página da internet onde era oferecido o produto, o anunciante afirmava que o óleo era orgânico e puro, melhorava o sistema cardiovascular e controlava o colesterol.

A empresa que fica localizada em São Bernardo do Campo, foi alvo de buscas no final de maio em uma operação conjunta com a Polícia Civil de São Paulo. O responsável pela empresa foi preso e não teve o nome divulgado e irá responder pelo crime contra a ordem econômica, falsificação de produto terapêutico e concluído o inquérito foi indiciado por homicídio culposo.

“Fizemos um laudo preliminar e constatamos que não era óleo de semente de abóbora. Em buscas na sede da empresa desse suspeito, o que encontramos foi um local improvisado, com produtos armazenados, inclusive, ao lado de um vaso sanitário. Ele usava óleo de girassol com corantes e saborizantes”, contou o delegado.

De acordo com a polícia o responsável pela empresa não tinha registro para a produção e além do óleo fazia produtos para cabelo e cosméticos. Daniela de Paula, perita criminal que analisou a substância, afirmou que o conteúdo do frasco que foi ingerido pelo casal não era óleo vegetal e o líquido cotinha dietilenoglicol, que é um solvente tóxico usado em processos industriais.

A perita disse como encontrou a substância e a quantidade presente. “Compramos um óleo da mesma semente de boa procedência e comparamos os produtos. O produto continha glicerina e dietilenoglicol em quantidade 130 vezes superior ao que pode ser ingerido por via oral. Os óleos vegetais têm a presença de ácidos graxos, mas esse produto em si não tinha. Após a análise constatamos que ali não tinha nada a ver com nenhum óleo natural vegetal, nada”, contou

Da redação do Acontece na Bahia

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