Nova pesquisa aponta Lula à frente na disputa presidencial; em um confronto com Datena, apresentador tem 10%, segundo pesquisa Genial/Quaest

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta quinta-feira (5). Pesquisa realizada pelo Instituto Genial/Quaest e divulgada nessa quarta-feira (4), aponta o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, liderando a corrida eleitoral para o Palácio do Planalto, em 2022. Segundo a pesquisa, Lula aparece à frente tanto no primeiro quanto no segundo turno, contra todos os candidatos.

De acordo o levantamento feito pelo Instituto Quaest para a Genial Investimentos, em possível confronto entre Lula (PT), Jair Bolsonaro (sem partido) e Ciro Gomes (PDT), o petista aparece com 46%, contra 29% de Bolsonaro. Ciro Gomes aparece em terceiro, com 12%. A pesquisa apontou nesse cenário que 4% declaram voto branco, nulo ou abstenção e 9% dizem não ter definição.

Foi avaliado ainda outros cinco cenários onde um nome diferente é colocado ao lado dos três. Diante do nome do apresentador José Luís Datena (PSL), que declarou-se pré-candidato ao Planalto, Lula mantém a liderança com 44%, contra 27% de Bolsonaro que fica em segundo lugar. Datena aparece empatado com Ciro Gomes com 10%. Não houve, neste cenário, declaração de voto branco, nulo ou abstenção e 10% não sabem opinar.

No cenário em que aparece o ex-juiz Sergio Moro, Lula soma 44% das intenções de voto contra 27% de Bolsonaro. Sergio Moro soma 10% e Ciro Gomes 9%. A pesquisa apontou que o percentual de brancos, nulos e abstenções soma 2% e os que não sabem opinar são 7%.

Colocando o governador de São Paulo, João Doria (PSDB) na disputa, Lula permanece com 44%, Bolsonaro soma 29%, Ciro Gomes fica com 10% e João Doria soma 5%. Segundo a pesquisa, o percentual de brancos e nulos é 3% e 9% não sabem opinar.

Num cenário em que aparece o governador do Rio Grande do Sul, o também tucano Eduardo Leite, Lula soma 45% das intenções de voto contra 29% de Bolsonaro. Ciro Gomes soma 10% e Eduardo Leite 4%. A pesquisa apontou que brancos, nulos e abstenções são 3% e 9% não souberam opinar.

Em novembro terão prévias dentro do PSDB para definir o nome a disputar as eleições presidenciais do ano que vem. Farão parte também das prévias o senador Tasso Jereissati (CE) e o ex-senador e ex-prefeito de Manaus Arthur Virgílio.

No último cenário verificado pela pesquisa, aparece o nome do ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM). A pesquisa apontou que Lula soma 45% contra 29% de Bolsonaro. Ciro Gomes aparece com 11% e Mandetta 3% das intenções de voto. Brancos, nulos e abstenções somam 2% e 9% não sabem opinar.

Segundo a pesquisa, Lula lidera as intenções de voto em simulação de segundo turno. Lula venceria Bolsonaro com 54% a 33% das intenções de voto. Contra Moro seria 54% a 26%. Em um confronto com Datena, 54% a 24%, contra Ciro 53% a 23%, contra João Doria 57% a 14%, diante de Eduardo Leite 57% a 15%, e num embate com Mandetta 58% a 14% das intenções de voto.

Por fim, a pesquisa apontou a avaliação negativa do governo Bolsonaro que se manteve em 44%, mesmo percentual verificado no mês passado. Dentre os entrevistados, 26% aprovam o governo atual, mesmo percentual verificado anteriormente. Segundo a pesquisa, os que consideram regular a atual gestão oscilaram 1 ponto para baixo, para 27%. Foram ouvidas 1.500 pessoas em todo o país entre 29 de julho e 1 de agosto e a margem de erro da pesquisa é de 3 pontos percentuais.

 

Da redação do Acontece na Bahia

 

 

 

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‘Ninguém quer receber a faixa presidencial de você’, diz Lula sobre declarações de Bolsonaro

Uma notícia tem repercutido nas redes sociais nesta quarta-feira (21). Em resposta as declarações recentes feitas pelo presidente Jair Bolsonaro, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou o chefe do executivo e alfinetou: “Pare de ser estúpido. Ninguém quer receber a faixa (presidencial) de você. Pode deixar que o povo vai empossar o presidente eleito em 2022. E não será você”, disse o ex-presidente durante uma entrevista a uma rádio.

A fala do ex-presidente veio em um momento que o presidente Bolsonaro tem criticado de forma contundente a urna eletrônica e o processo eleitoral. Bolsonaro disse que entregaria a faixa presidencial para qualquer um, caso perdesse em ‘‘eleições limpas’’, que segundo o presidente só é possível por meio de escolhas registradas em papel.

Bolsonaro havia divulgado um evento no Palácio do Planalto com “hackers do bem”, na manhã dessa terça-feira (20), para apresentar supostas evidências da vitória de Aécio Neves (PSDB) diante de Dilma Rousseff (PT).

Segundo o TSE, todas as fases atuais do processo eleitoral já são auditáveis e todo o trâmite é acompanhado por integrantes dos partidos políticos em tempo real. A Corte aponta que o retorno do voto impresso colocaria em risco o sigilo do voto e possibilitaria a prática da compra de eleitores.

Lula aproveitou a entrevista para fazer críticas ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, que sugeriu alteração do sistema político brasileiro para o semipresidencialismo, a partir de 2026.”É outro golpe para tentar evitar que nós possamos ganhar as eleições”, disse Lula se equivocando e fazendo referência à próxima eleição.

No sistema político como o semipresidencialismo, a exemplo da França e Portugal, o presidente é escolhido pelo voto popular enquanto a chefia de governo fica a cargo do primeiro-ministro que é escolhido pelos parlamentares.

Da redação do Acontece na Bahia

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‘Ninguém comia picanha’, diz viúva de MC Kevin ao se referir à época anterior a Lula e declarar apoio ao petista em 2022

Uma notícia tem repercutido nas redes sociais neste domingo (18). Em entrevista concedida ao ‘011 Podcast’, Deolane Bezerra, viúva de MC Kevin, recordou o passado sem recursos financeiros e disse que votará no ex-presidente Lula nas próximas eleições. Deolane falou do passado difícil e atribuiu ao ex-presidente Lula a melhora em sua qualidade de vida.

Ninguém comia picanha, filho. Veio comer picanha depois que o Lula brotou. Então é isso, Lula 2022. Eu não sou esquerda nem direita, sou Lula mesmo. Ele pode estar em qualquer lado. Eu sou canhota, torta, mas eu sou Lula. Até porque eu vou no meu Nordeste, eu vejo o que era antes, o que é hoje”, disse durante a conversa. Mas não é só isso…

Gente, não tem mais mortalidade infantil depois que ele surgiu. E a prova tá aí. O nosso Supremo absolveu o homem. Papai Lula, ó meu Deus, eu amo ele demais”, concluiu a viúva.

Da redação do Acontece na Bahia

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‘É um covarde. Sabe que a derrota é inevitável’, dispara Maia sobre atitudes de Bolsonaro

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais neste domingo (11). O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, fez duras críticas ao presidente da República Jair Bolsonaro, nesse sábado (10). Maia usou o Twitter para chamar Bolsonaro de ‘‘covarde’’ e afirmar que a derrota do atual presidente nas eleições de 2022 é inevitável. “Bolsonaro é um covarde. Sempre foi um pusilânime. Em 2018, atacava homossexuais, mulheres e qualquer um que pensasse diferente”, afirmou Maia.

O parlamentar se solidarizou com o ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Roberto Barroso, que foi alvo de críticas do presidente Bolsonaro. “Hoje, acrescentou à lista de ataques a urna eletrônica e o presidente do TSE porque sabe que a derrota é inevitável. Meu apoio irrestrito ao ministro Barroso”, disse. Mas não é só isso…

As falas de Rodrigo Maia aconteceram no mesmo dia em que Bolsonaro voltou a atacar o ministro Barroso ao afirmar que o membro do TSE quer  “a roubalheira e a falta da impunidade através da fraude eleitoral“.

“Ministro esse que defende a redução da maioridade para estupro de vulnerável, ou seja, a pedofilia é o que ele defende. Ministro que defende a legalidade das drogas. Com essas bandeiras todas, ele não devia estar no Supremo. Devia estar no Parlamento. Lá é o local de cada um defender a sua bandeira”, falou Bolsonaro ao término da motociata que aconteceu neste sábado (10) em Porto Alegre.

Da redação do Acontece na Bahia

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Pesquisa aponta Lula com 35% das intenções de voto enquanto Bolsonaro aparece com 33%

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais neste sábado (10). Recente pesquisa realizada pelo Instituto Orbis nos dias 7 e 8 de julho mostra a intenção de voto do eleitor para a eleição presidencial em 2022. A pesquisa apontou que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 35,7% das intenções de voto dos brasileiros enquanto o presidente Jair Bolsonaro tem 33,5% das intenções.

De acordo com a pesquisa 8% dos brasileiros votariam no ex-juiz Sergio Moro e 6,8% escolheriam o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) para presidente. O atual governador de São Paulo tem 3,1% da intenção do eleitor e o ex-ministro da Saúde Henrique Mandetta (DEM) aparece com 2,5%. Votos brancos ou nulos tem 4,5% na pesquisa e 5,9% dos entrevistados não souberam opinar.

Segundo a pesquisa 38,6% das mulheres votariam no ex-presidente Lula e 28,9% escolheriam Bolsonaro. Entre os homens 31,6% escolheriam Lula ao passo que 39,6% votariam em Jair Bolsonaro. De acordo com a pesquisa 43,9% dos jovens entre 16 e 19 anos escolheriam Lula e na mesma faixa de idade 24% votariam em Bolsonaro. O presidente Bolsonaro e o ex-presidente Lula aparecem empatados com 35,4% e 35,2% respectivamente, entre os eleitores de 20 a 35 anos.

Na análise feita por região se verificou que no Centro-Oeste, Norte e Sul, o presidente Bolsonaro aparece à frente das pesquisas com 41,7%, 37,8% e 44,4% respectivamente. Nas regiões Nordeste e Sudeste o ex-presidente Lula lidera com 43,4% e 34,6% das intenções de voto.

Em um confronto no segundo turno entre Bolsonaro e Lula, o ex-presidente venceria com 46,8% das intenções de voto enquanto Bolsonaro teria 38,9%. Votos brancos ou nulos somam 11,4% e não souberam opinar 2,9%.

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Disputa entre Ciro x Lula aumenta tensão entre PT e PDT e base eleitoral teme por projetos no Ceará

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta segunda-feira (5). As divergências políticas em âmbito nacional envolvendo o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) e o ex-presidente Lula (PT), prováveis nomes a concorrerem à presidência da República em 2022, têm gerado um clima de tensão que só aumenta entre pedetistas e petistas no Ceará. Os conflitos têm colocado uma ‘‘pá de cal’’ na boa relação entre os dois partidos, desgastada ao longo dos anos, e colocado em xeque os projetos no estado.

De acordo com líderes dos dois partidos no Ceará, o governador Camilo Santana (PT), será o nome a promover a trégua entre PT e PDT, com o objetivo de conservar a parceria político-administrativa para a sucessão ao governo do estado.

A boa relação entre PT e PDT diminuiu em 2018 com divergências políticas surgidas nas eleições presidenciais. Ciro Gomes, de um lado, era candidato a presidência da República pelo PDT e esperava ser apoiado pelo PT, o que segundo ele não aconteceu. O PT tinha como candidato Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo.

Ainda no primeiro turno o ex-ministro Ciro Gomes fez diversos ataques ao PT, como por exemplo o longo período no poder atrelado aos casos de corrupção denunciados pela Operação Lava-jato. No segundo turno das eleições de 2018, que tinha Jair Bolsonaro e Fernando Haddad como opções, o pedetista não fez campanha para o PT, mas optou por viajar para a Europa e se distanciar do pleito. Mas não é só isso…

As tentativas de trégua ocorridas até hoje entre Ciro Gomes e Lula foram patrocinadas sobretudo pelo governador Camilo Santana, que é a maior liderança petista no Ceará. Houve uma reunião entre eles em 2020, em São Paulo, na sede do Instituto Lula, gerando especulações de uma possível trégua entre PT e PDT, com objetivos eleitorais para 2022. Apesar da aparente trégua entre Lula e Ciro Gomes, a tensão tem aumentado atualmente com o pedetista fazendo críticas ao PT e ao ex-presidente Lula.

“Sairá da cabeça da nação brasileira essa espada que obriga a esquecer todas as contradições do Lula e do PT só para se livrar do mal maior, mais emergente, mais doído, que é a tragédia do genocida e corrupto Bolsonaro”, contou Ciro Gomes ao site Uol, nessa sexta-feira (2).

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Jaques Wagner afirma que base estadual irá superar divergências e estará unida em 2022

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais neste sábado (3). Diante das divergências entre aliados por causa de lugares na composição da chapa para as eleições de 2022, o senador Jaques Wagner afirmou que a base de apoio ao governo estadual, composta pelo PT, PSD e PP, estará unida para as eleições do ano que vem. “O que posso garantir é que o grupo vai se manter unido. Nós temos maturidade suficiente, temos uma condição feita pela Bahia, temos o crescimento de todos os partidos da base”, comentou Wagner, avaliado como potencial candidato ao governo estadual nas próximas eleições.

“Seria uma bravata dizer que não estaremos juntos para nos apresentar perante o povo baiano no ano eleitoral, que é o ano que vem”, disse o potencial candidato. A fala do senador Jaques Wagner foi uma resposta a posicionamentos de aliados políticos como o senador Angelo Coronel (PSD) e o vice-governador João Leão (PP), que apontaram interesses destes partidos em encabeçar a chapa para a disputa das próximas eleições. Angelo Coronel tem defendido também o nome do senador Otto Alencar e o Progressistas defendem o nome de Leão para o pleito de 2022.

“As pessoas têm liberdade, é legítimo. Um quer ser senador, outro quer ser governador, mas nós vamos sentar e vamos nos entender”, afirmou Wagner. Mas não é só isso…

Jaques Wagner rebateu críticas de que o PT não estaria empenhado na defesa do impeachment de Bolsonaro. O senador disse que o partido tem se mobilizado e que a prova seria a assinatura do superpedido de impeachment, protocolado nessa quarta-feira (30), na Câmara dos Deputados.

O senador disse que estar à frente deste processo pode criar interpretações de que o PT teria intensão eleitoral, o que não é verdade. “Nós temos responsabilidade sobre o Brasil, porque governamos o Brasil durante 16 anos, praticamente. Nós estamos completamente dentro da campanha”, concluiu.

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‘Vamos ter problemas ano que vem’, afirma Bolsonaro caso o Brasil não opte pelo voto impresso

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta sexta-feira (2). O presidente da República Jair Bolsonaro esteve presente nessa quinta-feira (1) em uma missa com parlamentares e seus familiares, em Brasília. Bolsonaro esteve durante a cerimônia ao lado da deputada Bia Kicis (PSL-DF), autora da PEC do Voto Impresso, e momentos antes do início da cerimônia afirmou que se o voto impresso não acontecer ‘‘vamos ter problemas no ano que vem.’’

Bolsonaro lembrou em conversa com seguidores na saída do Palácio da Alvorada, momentos antes de ir à cerimônia, sobre a invasão do Capitólio por ativistas simpatizantes ao ex-presidente Donald Trump, que afirmou de forma contundente que houve irregularidades nas eleições americanas.

O presidente Bolsonaro não citou nomes entretanto afirmou que três ministros do STF, Supremo Tribunal Federal, estariam trabalhando para impedir o retorno do voto impresso. Bolsonaro disse que se não houver voto impresso nas eleições de 2022 os ministros terão que garantir ‘‘eleições limpas.’’

“Dinheiro tem, já está arranjado dinheiro para as eleições, para comprar impressoras”, insistiu Bolsonaro. E completou: “Tiraram o Lula da cadeia, tornaram elegível, pra ele ser presidente na fraude. E isso não vai acontecer!” Mas não é só isso…

Recentemente líderes de 11 partidos se posicionaram contra o retorno do voto impresso no pleito de 2022. Os ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, do STF, agiram no intuito de fazer com que os partidos não optassem pelo voto impresso, de acordo com o  Estadão/Broadcast Político. Alexandre de Moraes será o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), durante as eleições presidenciais em 2022.

De acordo com informações, a PEC possuía votos suficientes no mês passado para prosseguir em frente na comissão especial da Câmara. Entretanto, tem sofrido resistência atualmente e os partidos analisam rejeitar ou engavetar a proposta. Os 11 partidos que se posicionaram contra a PEC representam 326 deputados de um total de 513 que compõe a Câmara, quórum suficiente para derrubar a proposta.

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Bolsonaro afirma que STF planeja vetar o retorno do voto impresso para Lula se eleger ‘na fraude’

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta quinta-feira (1).Em conversa com seguidores nesta quinta-feira, o presidente Bolsonaro afirmou que três ministros do STF planejam barrar o retorno do voto impresso nas eleições de 2022.O presidente afirmou que os ministros estão nos bastidores atuando contra a proposta.

Tem uma articulação de três ministros do Supremo para não ter voto auditável. Se não tiver, eles vão ter que apresentar uma maneira de termos eleições limpas. Se não tiver, vão ter problemas no ano que vem. Eu estou me antecipando a problemas para o ano que vem. Como está aí, a fraude vai ser escancarada.”

O chefe do executivo federal não citou nomes, mas acusou os ministros do STF de tornar o ex-presidente Lula elegível para que pudesse ganhar em 2022, por meio de ‘‘fraude’’. Mas não é só isso…

Já está arranjado dinheiro para as eleições, para comprar as impressoras. Então, nós queremos eleições limpas no ano que vem, porque tiraram o Lula da cadeia, tornaram elegível para ele ser presidente na fraude, isso não vai acontecer”, disse.

Da redação do Acontece na Bahia

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