Universitário mineiro desaparecido desde o dia 6 de junho teria sido visto na região de Itamaraju

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta terça-feira (3). O desaparecimento do estudante de odontologia da Universidade Federal de Uberlândia, Matheus Augusto Sebastian Dominique Dias de Aguiar, está sendo investigado pela Polícia Civil de Minas Gerais. O jovem está desaparecido desde o dia 6 de junho, segundo a família.

De acordo com informações de familiares e amigos, o estudante de odontologia foi avistado pela última vez entrando em um ônibus sem revelar o destino. As últimas informações da família apontam que Matheus teria sido visto na região de Itamaraju, cidade que fica localizada 740 km distante de Salvador.

Está sendo realizada uma mobilização nas redes sociais com iniciativa da família e amigos que procuram saber o paradeiro do jovem. A família solicita às pessoas que tenham informações de onde o estudante se encontra que entrem em contato. Foi disponibilizado contatos de telefone para que as pessoas possam informar. (34) 98879-0387 ou (34) 98832-5205 ou (34) 99820-1489.

Da redação do Acontece na Bahia

 

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Itiúba:‘Nunca mais dormi’, desabafa mãe de menino desaparecido há três meses

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta terça-feira (29). Lilia Lima, 39 anos, mãe do pequeno Davi Lima Silva, de 11 anos, diz que continua sem respostas, mesmo já tendo passado três meses do desaparecimento do filho, que aconteceu na zona rural de Itiúba, no norte da Bahia. De acordo com Lilia, Davi desapareceu após ter saído da casa de uma tia e ter seguido em direção à casa da avó, no povoado de Varzinha.

Lilia conta que mora em Salvador e foi a Itiúba com o objetivo de visitar a família.“A gente mora em Salvador, sempre morou em Salvador, e só ia para lá para passar Natal, Ano Novo, Páscoa… com a família”, comentou Lilia. A fotógrafa conta que não tem conseguido dormir a noite e não tem se alimentado direito.

Até agora eu me pergunto todos os dias, todas as noites… Eu nunca mais dormi, nunca mais me alimentei, meu filho dormia abraçado comigo. Ele só dormia comigo”, contou Lilia Lima.“É tudo muito estranho, é tudo muito estranho… Até agora eu não consigo explicar. É muito triste”.

Lilia Lima contou que desde o desaparecimento de Davi ela tem ido toda semana a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), em busca de respostas e sempre escuta que o caso está sendo mantido em sigilo. “Falam que é sigilo e não podem falar até o momento, porque pode atrapalhar o andamento da investigação”, disse a mãe de Davi.

É só isso que eles passam para a gente. Toda semana eu vou na Secretaria Pública de Segurança, e a delegada passa essa informação para mim. A entidade daqui (Salvador) cobra a de lá (Itiúba), e eles falam a mesma coisa: que não pode falar, que estão trabalhando, buscando uma forma, e pediram mais um prazo de 30 dias para continuar as investigações”.

Lilia conta que o fato de não saber o que aconteceu faz a angústia só aumentar.“Eu não consigo entender esse sigilo, esse prazo que eles vão dando, porque era 30, depois 60, já foi 90 e mês que vem completa 120 dias. É uma angústia que não termina, muito difícil”, lamentou.

Eu nunca deixei meu filho nem no condomínio onde a gente mora. Meu filho não brincava, só porque eu não deixava. Nem eu, nem o pai. Nem com todas as câmeras do condomínio que a gente mora, o único lugar que eu deixava ele era com minha irmã e com minha mãe”, contou Lilia, afirmando que os pais sempre observavam a rotina de Davi.

Lilia explica que no dia do desaparecimento, Davi estava sendo cuidado por uma tia, em razão dela estar fotografando uma gestante.“Nunca deixei ele sozinho. No dia que ele desapareceu, ele estava com minha irmã. Eu deixei ele com ela, para fotografar, e em menos de duas horas ela simplesmente me disse que ele tinha desaparecido, que correu e desapareceu”, disse. Mas não é só isso…

A mãe de Davi conta que o filho não conhecia muitas pessoas no local em razão de não morar ali.“Davi só brincava com um amiguinho e dois primos, porque a gente não morava no interior, a gente foi para lá para passear, então ele não tinha amizade lá”, contou.“Ele não tinha amiguinhos, não tinha costume de ir para casa de ninguém, porque ele não tinha amizades em Itiúba”.

A tia conta que no dia do desaparecimento, Davi estava agitado e usava uma camisa de cor cinza e um short estampado.“O trajeto da casa de minha irmã para a casa de minha mãe ele sabia. Tantas vezes eu já mandei ele ir, ficava olhando e via ele chegar. Ainda falava que Davi estava indo”, contou a mãe de Davi.

De acordo com a família uma pessoa teria ouvido gritos de socorro em uma região de mata, na localidade de Laje da Cruz, em Itiúba. Porém como essa pessoa não sabia do desaparecimento, não averiguou.

Segundo a polícia, investigações feitas apontam que a criança foi levada por um automóvel. Uma busca com um cão farejador deu resultado negativo para cadáver no local onde possivelmente o menino poderia ser encontrado. De acordo com a polícia já foram ouvidas testemunhas e suspeitos e a investigação ainda está em andamento, em sigilo.

Da redação do Acontece na Bahia

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Áudio enviado sobre primas que desapareceram em Osasco deixa a família desesperada

Uma notícia tem circulado nas redes sociais nesta sexta-feira (25). O desaparecimento das primas Tifany, 14 anos, e Samira, 16 anos, em Osasco Grande São Paulo, tem chamado a atenção para o que pode ter acontecido. De acordo com as informações, as primas teriam ido a uma festa e passado a noite na casa de uma amiga, Aleika, que enviou um áudio para a família das adolescentes fazendo a reclamação que uma delas estaria interessada em seu marido.

O irmão e primo das adolescentes recebeu a notícia de amigas que as duas jovens foram vistas na Avenida Paulista, São Paulo, vendendo balas. O que chama a atenção é o fato de que as duas primas desapareceram depois de passar a noite na casa da Aleika, que foi a responsável por fazer a reclamação para a família das jovens. Mas não é só isso…

Existe também uma mensagen do irmão de uma das primas que afirma que as duas foram encontradas trabalhando no centro de São Paulo, entretanto a família esteve no local e não encontrou as adolescentes, além de não acreditar que ficariam cerca de três semanas sem retornar para casa. A Polícia tomou o depoimento de Aleika e do marido pois foi o último local onde as duas primas foram encontradas. O tablet e os celulares do casal foram periciados pela polícia que continua as buscas para encontrar as adolescentes.

Da redação do Acontece na Bahia

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