‘Está ocorrendo a pior corrupção de todos os tempos’, diz deputado Luis Miranda em live

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais neste sábado (26). Uma declaração do deputado federal Luis Miranda (DEM-DF), gerou certa polêmica ao afirmar que existe corrupção no governo e que este problema tem se alastrado.

“Está ocorrendo a pior corrupção de todos os tempos, simplesmente estão fingindo que não existe. Em vez de termos corrupção isolada, há um alastramento, os corruptos estão nadando de braçada”, afirmou o deputado em Live do site “O Antagonista”.

De acordo com o parlamentar tiveram outros casos de corrupção no ministério da Saúde, os quais serão investigados pela Polícia Federal (PF) e terão as irregularidades trazidas à tona, segundo o deputado.

“Foi o presidente Bolsonaro que citou o nome do Ricardo Barros, não eu”, contou, confirmando a sua versão em depoimento à CPI de que foi o presidente Bolsonaro que citou o nome de Ricardo Baros (PP-PR), quando soube das supostas irregularidades envolvendo a aquisição da vacina indiana Covaxin. O parlamentar informou que desde a última quarta-feira não esteve com o presidente Bolsonaro.

Da redação o Acontece na Bahia

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Pazuello irá à CPI vestido com o fardamento do exército

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta quarta-feira (19). O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello, dispensou a ajuda de governistas que tinham a intensão de treiná-lo para se sair bem em suas respostas diante da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). Pazuello deixou claro a aliados sua intensão de querer se apresentar na CPI usando a túnica verde oliva, o fardamento do exército.

De acordo com informações, o ex-ministro recebeu diversos conselhos no sentido de não usar o fardamento do exército porque o ato poderia soar como uma provocação aos olhos dos senadores. No entanto Pazuello tem se posicionado no sentido de não apresentar comportamento acuado durante os questionamentos feitos na CPI. Mas não é só isso…

O ex-ministro respondeu a um aliado e disse que existe uma regra de como um militar deve se vestir em eventos oficiais e segundo ele o fardamento faria lembrar aos senadores que ele é um general do exército e não um ministro qualquer.“É uma forma de o Pazuello lembrar a todos que é general do Exército e que o Renan é o Renan”, comentou um aliado de Pazuello.

Da redação do Acontece na Bahia

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Mourão demonstra confiança na base de apoio do governo no Congresso e diz ‘quem não deve não teme’

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta terça-feira (11). O vice-presidente da República Hamilton Mourão, disse nesta manhã em evento no Palácio do Planalto, que o governo federal não teme uma nova CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito). A CPI investigaria a liberação de emendas no valor de R$ 3 bi transferidas por meio de orçamento paralelo.
De acordo com informações divulgadas pelo jornal ‘‘O Estado de S. Paulo’’, o montante teria sido liberado para deputados aliados ao governo e encaminh
ado para prefeituras comprarem máquinas agrícolas. O governo nega a existência de qualquer irregularidade.

Hamilton Mourão afirmou que‘‘quem não deve não teme’’, quando perguntado se o governo federal confia em sua base de apoio para impedir uma nova CPI, uma vez que a atual, que investiga as ações do governo com relação ao enfrentamento da pandemia de Covid-19, tem causado certo desgaste e atrasado as reformas que o governo quer implementar.

“Esse trabalho [de articulação com o Congresso] foi feito com orientação do presidente Bolsonaro. O trabalho feito então pelo ministro [Luiz Eduardo] Ramos, agora na mão da Flávia Arruda [ministra-chefe da Secretaria de Governo]. Outros Ministros também tiveram participação nisso, esse pacote de relacionamento executivo/legislativo, num presidencialismo de coalizão como o nosso com o congresso fragmentado é assim que ele funciona”, disse. Mas não é só isso…

“Teoria do puxa encolhe, vai para lá, vem para cá. É assim que funciona. Não digo questão de barrar, quem não deve não teme. O problema de CPI é mais a turbulência política que causa e muita gente que aproveita esse momento para ressuscitar e mostrar a seus leitores: ‘Oh, gente, tô vivo aqui. Tem eleição ano que vem, me reeleja’’, comentou.

O vice-presidente não quis entrar em detalhes sobre a denúncia e afirmou que nos últimos anos aumentou a pressão para liberação do orçamento para emendas.”Que se esclareça a situação aí, se está dentro da legalidade, dentro dos princípios da… Eu tenho visto algumas reclamações: a falta de publicidade que traduz em transparência. Que se esclareça a situação. A questão de emenda sempre houve e, de uns três anos para cá, o Legislativo se apossou disso aí. Essa é uma realidade”,concluiu.

Da redação do Acontece na Bahia

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