Manifestações convocadas pelo MBL pretende atrair parte da esquerda contra Bolsonaro, mas PT não confirma presença

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais neste sábado (11). O Movimento Brasil Livre (MBL), pretende ir às ruas como forma de protesto contra o presidente Jair Bolsonaro, assim como fez com a então presidente da República Dilma Rousseff, em 2016. Os atos de protesto estão agendados para este domingo (12), e a sigla pretende atrair partidos e simpatizantes de esquerda para a mobilização. Um dos objetivos dos organizadores anteriormente era despolarizar o cenário político hoje compreendido entre o atual presidente Jair Bolsonaro e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e trazer alternativas para o eleitor.

Contudo, agora, o partido busca emplacar o lema ‘Fora Bolsonaro’, e conta com a presença do PT. Entretanto, foi sugerido que o Partido dos Trabalhadores abra mão do tradicional tom vermelho e use branco, mas a proposta não soou muito bem entre a legenda, e a presença nas manifestações não foi confirmada.

O deputado Kim Kataguiri, uma das lideranças do MBL, disse que é necessário um movimento com várias frentes políticas para dar uma resposta aos atos do dia 7 de setembro, quando Bolsonaro colocou muitos apoiadores em São Paulo e em Brasília.”A gente quer amplificar o máximo possível a manifestação pra que todos aqueles que queiram o impeachment do Bolsonaro participem. É um ato de defesa da democracia, um ato em contraposição ao dia sete (de setembro) e que por isso precisa ser robusto”, contou Kataguiri.

Da redação do Acontece na Bahia

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Texto publicado por Bolsonaro foi redigido pelo ex-presidente Michel Temer durante encontro em Brasília

Uma notícia tem sido manchete nos principais jornais nesta sexta-feira (10). O texto publicado nessa quinta-feira (9) pelo presidente Jair Bolsonaro foi redigido pelo ex-presidente Michel Temer (MDB), seguindo declaração do próprio emedebista. Nele, o presidente afirma que não tinha “nenhuma intenção de agredir quaisquer dos Poderes” e afirma que sua fala “decorreu do calor do momento”.

Os dois políticos se encontraram para um almoço em Brasília, para encontrar um forma de diminuir a crise institucional entre os Poderes, segundo informações da jornalista Thais Arbex, da CNN Brasil.“Eu estou ajudando a pacificar o País. Até pelo tom da nota, que é de harmonia entre os Poderes”, disse Michel Temer a emissora.

O texto publicado por Bolsonaro foi visto como um recuo em relação as suas declarações feitas no Dia da Independência. Vale ressaltar o ponto em que Bolsonaro rever a fala direcionada ao ministro Alexandre de Moraes, do STF. Durante as manifestações no dia 7 de setembro, em São Paulo, o presidente disse em discurso que descumpriria as decisões do magistrado. O texto revisto por Bolsonaro afirma que “nunca teve intenção de agredir quaisquer dos Poderes” e que tem “determinação” de manter “harmonia” entre eles.

Da redação do Acontece na Bahia

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TSE pede investigação do STF sobre fake news ditas por Bolsonaro contra urnas eletrônicas

Uma notícia tem repercutido nas redes sociais nesta terça-feira (3). O plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pediu em votação unânime que o Supremo Tribunal Federal (STF), investigue o presidente Jair Bolsonaro por disseminação de fake news sobre a urna eletrônica usada no país. O presidente Bolsonaro tem ameaçado não realizar as eleições de 2022 caso o pleito não seja por meio do voto impresso.

O TSE ainda aprovou a abertura de inquérito administrativo em razão dos ataques à legitimidade das eleições no país. As decisões tomadas pelo TSE marcam o retorno dos trabalhos da Corte que estava em período de recesso.

A primeira decisão tomada pelo TSE diz respeito aos ataques feitos contra a legitimidade das eleições no país. Tem por objetivo investigar crimes de corrupção, fraude, condutas vedadas, propaganda extemporânea, abuso de poder político e econômico na realização desses ataques. A segunda decisão da Corte solicita ao STF abertura de investigação contra Bolsonaro por disseminar fake news. Em março de 2019 foi aberto o inquérito das fake news por iniciativa do ministro Dias Tófoli, presidente do STF, para apurar notícias fraudulentas, ofensas e ameaças a ministros do STF. O ministro Alexandre de Moraes é o relator da investigação.

A decisão tomada pelo TSE foi motivada por constantes ataques feitos por Bolsonaro as urnas eletrônicas e ao processo eleitoral adotado no país, sem contudo, apresentar nenhuma prova até o momento. Em uma transmissão recente, o presidente Bolsonaro admitiu não ter provas das acusações.”Não temos provas, vou deixar bem claro, mas indícios’, contou Bolsonaro.

Da redação do Acontece na Bahia

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Bolsonaro diz que foi obrigado a vetar projeto que beneficiava vítimas com câncer

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta quarta-feira (28). Durante uma conversa com apoiadores nessa terça-feira (27), o presidente Bolsonaro disse que foi obrigado a vetar um projeto de lei que beneficiava vítimas com câncer possibilitando facilidade de acesso de remédios por meio dos planos de saúde.”Quando um parlamentar não apresenta a fonte de custeio, se eu sancionar, estou em curso no crime de responsabilidade”, lembrou.”Eu veto e apanho porque vetei, por falta de conhecimento do pessoal”, disse Bolsonaro.

O projeto de lei é do senador José Reguffe (Podemos-DF), o qual foi aprovado em 2020 por 74 senadores que estavam na sessão. De acordo com o governo, o projeto de lei comprometeria o setor dos planos de saúde.

“Um pedaço de papel, se não tiver responsabilidade do que está escrito nele, não ajuda em nada a gente. Estou apanhando porque vetei esse projeto, que tratava do câncer, mas o parlamentar não falou quem vai pagar a despesa”, disse o presidente Bolsonaro, que qualificou a proposta de demagógica.

“Se alguém votar o salário mínimo de R$ 10 mil, eu sanciono aqui e está resolvido o assunto. É assim que faz?”, indagou os seguidores. “O dinheiro vem de aumentar o imposto ou criar um novo.”

O autor da proposta, senador Reguffe, ficou surpreso com o veto presidencial. “Absurda e ilógica a decisão do veto. Absurda porque é um projeto que beneficia milhares de pacientes com câncer no Brasil inteiro. E é muito mais confortável para esses pacientes tomar um comprimido em casa do que ter que se internar no hospital para o plano pagar a quimioterapia na veia. Ilógica porque a internação é mais cara do que o comprimido. Sem contar os custos com possíveis infecções posteriores decorrentes dela.”

O presidente Bolsonaro ainda disse que será obrigado a vetar o que chamou de excessos do fundo eleitoral aprovado pela Câmara dos deputados, que prevê um montante de R$ 5,7 bilhões para 2022. “Você apanhar o tempo todo sem motivo, por parte da mídia e algumas autoridades… eles querem a volta da impunidade e da corrupção”, disse o presidente rebatendo as críticas diárias que tem sofrido.

Da redação do Acontece na Bahia

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‘Sem comentários’, diz Mourão em resposta a fala de Bolsonaro que disse ser preciso aturar o vice

Uma notícia tem circulado nas redes sociais nesta terça-feira (27). O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, optou na manhã desta terça-feira por não comentar a fala do presidente Bolsonaro, nessa segunda-feira (26), a qual afirma que Mourão “atrapalha um pouco, mas tem que aturar”.

Sem comentários”, respondeu Mourão — que está em viagem ao Peru para a posse do presidente socialista eleito, Pedro Castillo. O presidente Bolsonaro disse em entrevista à rádio Arapuan, da Paraíba, que “vice é igual cunhado”: “Tem que aturar”.

O Mourão faz o seu trabalho, tem uma independência muito grande. Por vezes aí, atrapalha um pouco a gente, mas o vice é igual cunhado, né. Você casa e tem que aturar o cunhado do teu lado. Você não pode mandar o cunhado embora. Então, estamos com Mourão, sem grandes problemas, mas o cargo dele é muito importante para agregar aí… Dele, não, o cargo de vice é muito importante para angariar simpatias, quer seja para candidatura à Presidência, governador ou prefeito”, disse Bolsonaro.

Nos últimos dois anos o presidente Bolsonaro e o vice-presidente Hamilton Mourão têm se afastado no governo. Mourão disse recentemente que sente falta das reuniões de governo as quais se fazia presente. Há alguns dias Bolsonaro disse que ‘vice bom é aquele que não aparece’.

 

Da redação do Acontece na Bahia

 

 

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Silvio Santos diz em seu retorno a TV que irá perguntar ao presidente Bolsonaro sobre reeleição

Uma notícia tem circulado nas redes sociais nesta segunda-feira (26). Após 2 anos afastado, o apresentador Silvio Santos, 90 anos, está de volta as gravações. Na 1ª edição do programa “Roda a Roda Jequiti”, apresentada por Silvio Santos e exibida nesse domingo (25), o apresentador disse que irá perguntar a Bolsonaro se ele seria eleito. O programa foi exibido no domingo (25), mas foi gravado dois dias antes, nessa sexta-feira (23).

Eu nunca saí de São Paulo, só conheço o Rio, porque eu nasci lá, e Brasília, que é onde vou tratar de negócios”, falou. “Vou falar com o Bolsonaro para ver se ele vai ser reeleito. Vou perguntar a ele se vai ser reeleito”.

O período em que o apresentador esteve afastado das telinhas aconteceu sobretudo por conta do período da pandemia de Covid 19. Silvio Santos foi vacinado no dia 10 de fevereiro com a 1ª dose da CoronaVac. O apresentador reclamou algumas vezes durante a exibição do programa, de ter ficado em casa “sem fazer nada”, enquanto estava no período de isolamento social.

O apresentador é genro do ministro Fábio Faria (Comunicações), que é casado com Patrícia Abravanel. O ministro usou as redes sociais para comemorar o retorno de Silvo Santos às gravações e dizer que o apresentador é “referência na televisão há 65 anos ininterruptos e ícone da comunicação no Brasil” e compartilhar com os internautas um vídeo do retorno de Silvio Santos.

Da redação do Acontece na Bahia

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YouTube retira do ar 14 lives de Bolsonaro por violar política de informação médica correta sobre Covid-19

Uma notícia tem repercutido nas redes sociais nesta quinta-feira (22). O YouTube retirou da sua plataforma 15 vídeos postados pelo presidente Bolsonaro em seu perfil na rede social, em uma ação mais firme contra o chefe do executivo por violar regras da plataforma. O conteúdo removido foi publicado entre o ano passado e este ano e foram retirados por exibirem conteúdo falso e violarem a política de informações médicas corretas sobre a Covid 19.

Entre os vídeos removidos pelo YouTube está uma transmissão que o presidente fez em agosto de 2020, com o ex-ministro Eduardo Pazuello, e outra no dia 27 do mesmo mês, com Damares Alves. Outro vídeo removido nesta ação, pela plataforma, e repostado por Bolsonaro na época, é uma entrevista para a CNN concedida pela médica Nise Yamaguchi, em que recomenda cloroquina e invermectina.

“Após análise cuidadosa, removemos vídeos do canal Jair Bolsonaro por violar nossas políticas de informações médicas incorretas sobre a Covid-19. Nossas regras não permitem conteúdo que afirma que hidroxicloroquina e/ou ivermectina são eficazes para tratar ou prevenir Covid-19; garante que há uma cura para a doença; ou assegura que as máscaras não funcionam para evitar a propagação do vírus”, afirmou o YouTube por meio de comunicado.

A ação tomada pela plataforma é considerada grave uma vez que gera ao usuário o alerta de que violou regras de uso e em caso de reincidência o presidente Bolsonaro poderá sofre um Strike e ficar uma semana sem usar o canal. O presidente Bolsonaro já teve alguns vídeos removidos do seu canal no YouTube antes da nova política sobre informações médicas relacionadas à Covid-19, e portanto não se enquadram como penalização.

O YouTube trouxe um comunicado e disse que suas diretrizes “estão de acordo com a orientação das autoridades de saúde locais e globais”, e que as políticas internas foram mudadas para seguir essas orientações. “Aplicamos nossas políticas de forma consistente em toda a plataforma, independentemente de quem seja o produtor de conteúdo ou de visão política”, explicou o comunicado.

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‘Ninguém quer receber a faixa presidencial de você’, diz Lula sobre declarações de Bolsonaro

Uma notícia tem repercutido nas redes sociais nesta quarta-feira (21). Em resposta as declarações recentes feitas pelo presidente Jair Bolsonaro, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou o chefe do executivo e alfinetou: “Pare de ser estúpido. Ninguém quer receber a faixa (presidencial) de você. Pode deixar que o povo vai empossar o presidente eleito em 2022. E não será você”, disse o ex-presidente durante uma entrevista a uma rádio.

A fala do ex-presidente veio em um momento que o presidente Bolsonaro tem criticado de forma contundente a urna eletrônica e o processo eleitoral. Bolsonaro disse que entregaria a faixa presidencial para qualquer um, caso perdesse em ‘‘eleições limpas’’, que segundo o presidente só é possível por meio de escolhas registradas em papel.

Bolsonaro havia divulgado um evento no Palácio do Planalto com “hackers do bem”, na manhã dessa terça-feira (20), para apresentar supostas evidências da vitória de Aécio Neves (PSDB) diante de Dilma Rousseff (PT).

Segundo o TSE, todas as fases atuais do processo eleitoral já são auditáveis e todo o trâmite é acompanhado por integrantes dos partidos políticos em tempo real. A Corte aponta que o retorno do voto impresso colocaria em risco o sigilo do voto e possibilitaria a prática da compra de eleitores.

Lula aproveitou a entrevista para fazer críticas ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, que sugeriu alteração do sistema político brasileiro para o semipresidencialismo, a partir de 2026.”É outro golpe para tentar evitar que nós possamos ganhar as eleições”, disse Lula se equivocando e fazendo referência à próxima eleição.

No sistema político como o semipresidencialismo, a exemplo da França e Portugal, o presidente é escolhido pelo voto popular enquanto a chefia de governo fica a cargo do primeiro-ministro que é escolhido pelos parlamentares.

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‘Deixa de ser frouxo’, diz Sikêra Júnior a Bolsonaro em transmissão ao vivo

Uma notícia tem repercutido nas redes sociais nesta sexta-feira (16). O presidente Jair Bolsonaro que está internado com obstrução intestinal no Hospital Vila Nova, em São Paulo, concedeu uma entrevista nessa quinta-feira (15) ao apresentador Sikêra Júnior, da RedeTV!

Sikêra Júnior estava bem-humorado e brincou com o presidente Bolsonaro incentivando-o a voltar o quanto antes a comandar o país.“Vou falar com o senhor da maneira que eu gosto de falar, me perdoe. Vamos deixar de ‘mimimi’, levanta logo daí. O senhor é um atleta. Deixa de ser frouxo. Fica aí fazendo manha. Está de atestado?”, brincou.

O presidente Bolsonaro não se incomodou com a fala de Sikêra Júnior e por um instante até riu.“Estou melhor agora, depois que comecei a falar com você”, disse o presidente, que no momento da entrevista estava na companhia do médico Antônio Luiz Macedo.

Ao término da entrevista o apresentador Sikêra Júnior agradeceu a disponibilidade de Bolsonaro. “Quero agradecer pela consideração com este velho e com o nosso público brasileiro. Conservador, patriota. Eu sei com quem eu me comunico”, finalizou Sikêra.

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‘Prevaricação se aplica a servidor público, não a mim’, afirma Bolsonaro que é investigado pela PF por supostas irregularidades na compra da Covaxin

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta terça-feira (13). A fala do presidente Bolsonaro nessa segunda-feira (12) gerou muita polêmica ao afirmar que o crime de prevaricação não se aplica a ele mas somente a servidores públicos. O presidente falou com a imprensa logo após reunião com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux. Bolsonaro é investigado pela Polícia Federal (PF) desde a última segunda-feira (12) por suposto crime de prevaricação no caso envolvendo a compra da vacina indiana Covaxin. A denúncia foi trazida pelo deputado Luiz Miranda (DEM-DF) e o seu irmão Luis Ricardo que é servidor do Ministério da Saúde.

Primeiro, eu entendo é que a prevaricação se aplica a servidor público e não se aplicaria a mim. Mas qualquer denúncia de corrupção, eu tomo providência”, disse Bolsonaro.

O crime de prevaricação acontece quando um funcionário público propositalmente atrasa, deixa de fazer ou faz algo indevidamente em benefício próprio em detrimento da administração pública.

Ao ser ouvido na CPI da Covid no dia 25 de junho , o deputado Luiz Miranda (DEM-DF) e seu irmão Luis Ricardo, que é servidor do Ministério da Saúde afirmaram que estiveram com Bolsonaro no dia 20 de março e de acordo com Miranda o presidente citou Barros como suposto participante no esquema que envolve a compra da vacina Covaxin, ao ouvir denúncias de irregularidades na negociação. Barros nega participação. Mas não é só isso…

Segundo o presidente Bolsonaro, após o encontro com Luiz Miranda ele teria pedido para o ministro da Saúde à época, Eduardo Pazuello, dá‘‘uma olhada’’na negociação.

Até o do Luis Lima [presidente quis dizer Miranda], mesmo conhecendo toda a vida pregressa dele, a vida atual dele, eu conversei com Pazuello. ‘Pazuello, tem uma denúncia aqui do deputado Luís Lima [Miranda], de que estaria algo errado acontecendo. Dá para dar uma olhada?’. Ele viu e não tem nada de errado”, disse Bolsonaro.

Da redação do Acontece na Bahia

 

 

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