Uma notícia importante tem sido divulgada nas redes sociais nesta quarta-feira (4). A Tóquio 2020 está se tornando, sem dúvida, na Olimpíada das mulheres. No início dos jogos a pira foi acessa pela tenista Naomi Osaka, que é negra e representou a terra do sol nascente sob o olhar de todos. Seria, talvez, um aviso de que as mulheres brilhariam lá no Japão.

Um dado relevante é que pela primeira vez na história dos jogos o número total de atletas é igual entre homens e mulheres, ou seja, 50% de homens e 50% de mulheres. Esta análise se reflete também nas vitórias da delegação brasileira, com as mulheres representando 50% das conquistas da delegação brasileira: Rebeca Andrade (ginástica, prata e ouro), Rayssa Leal (skate, prata), Mayra Aguiar (judô, bronze) e Luisa Stefani e Laura Pigossi (tênis, bronze).

A disparidade entre homens e mulheres ainda continuam no esporte, mas com certeza nesta Olimpíada as distâncias diminuíram.”Estas Olimpíada e Paralimpíada serão um marco, na virada da conquista para as mulheres no esporte, tanto para as atletas como demais mulheres que atuam nas comissões técnicas, médicas e administrativas”, disse a coordenadora de esporte paralímpico do CT UFMG, Andressa da Silva Mello.

Da redação do Acontece na Bahia

 

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