Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta terça-feira (22).A auxiliar de cozinha Elisangela Martins, 34 anos, foi brutalmente assassinada nessa sexta-feira (18), na cama da casa onde morava, na cidade de Contenda, Região Metropolitana de Curitiba. O crime que aconteceu no bairro Cionek chocou a população local pela crueldade como aconteceu com o ex-companheiro deixando rosas no local, uma aliança nas mãos e uma frase escrita por meio de caneta na testa da vítima que dizia:‘‘ Morreu por confessar uma traição’’.

O acusado desse crime bárbaro é o ex-companheiro de Elisangela, Rudinilsom Martins, 35 anos, que havia sido preso no sábado (19) e cometeu suicídio ainda dentro da delegacia de polícia quando estava prestes a dá o seu depoimento. De acordo com o delegado de polícia, Vinícios Maciel, o suspeito que foi identificado como pertencente a uma organização criminosa foi deixado em isolamento em uma cela e no momento em que prestaria o seu depoimento foi achado enforcado.

Familiares relataram que Elisangela e o acusado eram primos de 1º grau e já tinham tido um relacionamento há algum tempo vindo a se reencontrar recentemente por meio das redes sociais. Entretanto o relacionamento atual era marcado por brigas e desentendimentos, de acordo com a família.

Na última quinta-feira (17), Rudinilsom deixou o filho de Elisangela que tem cinco anos na casa da cunhada informando que ia levar a auxiliar de cozinha para um motel. Nesse momento a família já desconfiava do que poderia ter acontecido pois ouviram da criança em conversa que ele pedia para que Rudinilsom não matasse a sua mãe. Não se sabe ao certo se o menino presenciou o assassinato. Mas não é só isso…

Diante do desaparecimento de Elisangela, a polícia foi acionada e encontrou a vítima morta na casa onde morava nessa sexta-feira (18). Uma amiga de Elisangela relata que ela era uma mulher guerreira e que cuidava bem do filho. O delegado responsável pelo caso conta como aconteceu este crime brutal cometido com o uso de arma branca.

A vítima estava com uma aliança em cima da mão, rosas em outra mão, ele acabou escrevendo no rosto da vítima em caneta, ‘morreu porque traiu’, além da brutalidade do crime. Faz seis anos que eu trabalho aqui e essa foi uma das situações de maior violência que eu já vi com relação à quantidade de golpes que foram dados na vítima”, disse o delegado.

O ex-companheiro de Elisangela já havia se envolvido com outra mulher anteriormente a qual também teria sido ameaçada por ele. O homem que estava foragido da justiça tinha ficha criminal na polícia e era investigado por esquartejar uma vítima em 2009 dentro de unidade prisional, além de ser suspeito de ter assassinado outra mulher com quem manteve um relacionamento no passado. O inquérito policial deve ser encerrado com a morte de Rudinilsom.

Da redação do Acontece na Bahia

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